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Nova legislação sobre conversão de imóveis deve impulsionar locações em Curitiba

A recente alteração no Código Civil, que facilita a conversão de imóveis residenciais em comerciais e vice-versa, deve aquecer as locações imobiliárias, especialmente nas grandes cidades brasileiras. Com alta do volume de imóveis para locação, depois do período mais crítico da pandemia, o mercado imobiliário absorve as mudanças no comportamento do consumidor imobiliário, especialmente com a consolidação do trabalho híbrido e a redução dos deslocamentos dentro das cidades.

Com o objetivo de simplificar alterações que possam otimizar a ocupação dos imóveis nos centros urbanos, a lei 14.405/22 já foi sancionada e prevê que a destinação de um edifício ou condomínio horizontal pode ser feita com 2/3 da aprovação dos condôminos. Antes, a alteração só podia ser feita por unanimidade. Com a ampla oferta de imóveis para locação em Curitiba, a nova regra para conversão deve ter impacto na ocupação de endereços comerciais que ficaram vazios na pandemia, com o fechamento de escritórios e o crescimento do home office. De acordo com dados do Secovi-PR (Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná), no primeiro semestre de 2022, a capital registrou um índice de 26,7% de imóveis disponíveis para locação. De acordo com o CEO da JBA Imóveis, Ilso Gonçalves, a maior facilidade em converter os imóveis comerciais e residenciais pode impulsionar a busca por moradias na região central da cidade, mudança que deve trazer mais movimento e segurança para o Centro da capital. Com a conversão facilitada, avalia o especialistas em mercado imobiliário, os empreendimentos comerciais antigos do Centro, que não atendem mais a demanda por espaços modernos, iluminados e arejados para atividades com atendimento ao público, também voltam a ter potencial para locação residencial. De outro lado, a mudança na legislação também deve contribuir com a aceleração do que já é tendência em grandes cidades de várias partes do mundo: a concentração do comércio e rede de serviços não apenas no Centro, mas também nos bairros. A facilidade para transformar imóveis residenciais em comércios pode impulsionar o crescimento de conjuntos comerciais e outros espaços compartilhados, como vilas gastronômicas e coworkings na capital.


Imagem:

Divulgação


Fonte: Assessoria de Imprensa



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