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Projeto da UEL estuda evolução, uso e manejo do solo vermelho do Norte

A terra vermelha do Paraná, também chamada de terra roxa, vem sendo estudada cuidadosamente em pesquisas desenvolvidas na Universidade de Londrina. O projeto coordenado pelo professor João Tavares Filho sugere soluções para uma das terras mais valorizadas do território nacional.

O projeto conta com apoio do CNPq e rendeu 110 trabalhos científicos e a formação de quase 90 profissionais especializados na área de solos. A terra vermelha é muito interessante para a produção agrícola porque exige menos investimento para gerar altas médias de produtividade. Ela ocupa 32% da área do Paraná e responde por 7,2% da produção brasileira. Essa capacidade de produção impulsionou o desenvolvimento de Londrina e região e fez da terra vermelha uma das mais caras do Brasil. Apesar desta fertilidade, as práticas de cultivo tem que ser sempre revisadas porque causam problemas graves, como a erosão e a compactação provocada pelas grandes máquinas agrícolas. Nesses casos, a pesquisa e a tecnologia permitem que se aumente a produção de alimentos sem expansão da área plantada.


Imagem:

O Perobal / UEL


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