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Pesquisa Datafolha divulgada no fim de semana mostra que um em cada quatro brasileiros com 16 anos ou mais diz já ter recebido diagnóstico de Covid-19 desde o início da pandemia. Isso representa cerca de 42 milhões de pessoas infectadas, quase o dobro do total de casos registrados oficialmente no país.

A pesquisa foi feita por telefone nos dias 12 e 13 de janeiro, com 2.023 pessoas de 16 anos ou mais em todos os estados do Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Para especialistas ouvidos pela Folha de São Paulo, a diferença entre os números não surpreende. É que depois de quase dois anos desde o início da pandemia, o país sequer padronizou o envio dos dados de testes com resultado positivo a serem contabilizados pelo governo federal. Somam-se a isso o alto número de testes rápidos de Covid-19 feitos em farmácias ou unidades volantes que não entraram nas estatísticas oficiais, problemas dos sistemas de informação entre os municípios, estados e o Ministério da Saúde e até mesmo a falta de estímulo das equipes para a notificação dos casos positivos. Os dados do Datafolha apontam ainda que a subnotificação tem aumentado no país. Segundo a pesquisa, 3% dos entrevistados disseram ter tido Covid nos últimos 30 dias, o que representa 4 milhões de pessoas. O número é seis vezes maior do que indicam os registros oficiais do período, que contabilizam 621 mil casos positivos, conforme o balanço feito pelo consórcio de imprensa. O levantamento ainda mostra que, em meio à explosão de casos de Covid no país, 8 milhões de brasileiros dizem que não conseguiram encontrar testes para a doença em farmácias ou unidades de saúde nos últimos 30 dias. A pesquisa Datafolha ainda revela que nove em cada 10 brasileiros que afirmam ter contraído a Covid-19 não estavam com ciclo vacinal completo ou não haviam tomado nenhuma dose da vacina. Do grupo de 647 pessoas que declararam ter testado positivo para a covid, 10% dos entrevistados estavam com ao menos duas doses da vacina.


Imagem:

WIX Imagens


Fonte:

https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2022/01/brasileiros-que-afirmam-ter-contraido-covid-sao-o-dobro-da-cifra-oficial.shtml


https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2022/01/mais-de-8-milhoes-nao-puderam-fazer-teste-de-covid-no-ultimo-mes-aponta-datafolha.shtml


https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2022/01/maioria-dos-que-tiveram-covid-diz-que-nao-estava-vacinada-a-epoca-mostra-datafolha.shtml


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A vacinação das crianças começou no fim de semana no Paraná. A primeira vacinada foi Isadora Despensieri, de 6 anos, moradora de Londrina, cidade escolhida para o início simbólico da imunização infantil contra a covid-19.

O Paraná recebeu 65.500 doses no primeiro lote de vacinas para o público de 5 a 11 anos. Ontem, o Ministério da Saúde confirmou a chegada da segunda remessa de vacinas pediátricas ao aeroporto de Viracopos. O lote tem 1,2 milhão de doses da Pfizer, a única autorizada até agora pela Anvisa para aplicação em crianças. A remessa foi antecipada e, no próximo dia 27, está prevista a chegada de mais 1,8 milhão de doses. A vacinação das crianças vai seguir as mesmas diretrizes da campanha dos adultos, com prioridade para as crianças com comorbidades e deficiência permanente, seguidas de indígenas e quilombolas, as que vivem em lares com pessoas com alto risco para evolução grave de Covid-19 e, então, em ordem decrescente de idade, iniciando pelos 11 anos até chegar aos 5 anos.


Imagem:

Danilo Avanci / SESA


Fonte:

https://www.aen.pr.gov.br/Noticia/Parana-inicia-campanha-de-vacinacao-infantil-contra-Covid-19


https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2022-01/brasil-recebe-segunda-remessa-de-vacina-pediatrica-da-pfizer


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A Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica recomendou anteontem a suspensão da testagem de casos leves de covid-19 para evitar que os laboratórios brasileiros fiquem sem estoque. A Abramed não sabe informar até quando será possível atender a alta demanda de exames com os estoques de insumos disponíveis atualmente.

Pela escala proposta, devem ser testados primeiro os pacientes com maior gravidade de sintomas, casos de hospitalização e cirurgia, pessoas de grupos de risco, gestantes, trabalhadores assistenciais da área da saúde e colaboradores de serviços essenciais. A Abramed aponta que “a alta transmissibilidade da nova variante Ômicron causou aumento exponencial de casos, o que vem demandando significativo aumento da capacidade produtiva global de testes”. A entidade alerta que se não houver recomposição dos estoques “rapidamente” poderá ocorrer falta de oferta de exames. Isso ocorre tanto para os de tipo PCR, como de antígeno. Os associados da Abramed são responsáveis por mais de 65% de todos os exames realizados pela saúde suplementar no País. Entre 3 e 8 de janeiro, a associação registrou mais de 240 mil exames para detecção de infecção pelo coronavírus. A alta é de 98% no número de testes realizados em comparação a semana do Natal, entre 20 a 26. O volume de exames com resultados positivos para covid passou de uma média de 7,6% para mais de 40%. As informações são da Agência Brasil e jornal O Estado de São Paulo.


Imagem:

Marcelo Camargo / Agência Brasil

Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2022-01/associacao-alerta-para-desabastecimento-de-insumos-para-teste-de-covid


https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,associacao-de-laboratorios-sugere-suspender-testagem-de-casos-leves-de-covid-por-estoque-baixo,70003948714


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