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Construção Civil investe em sistemas de reuso das “águas cinzas" em edifícios

Entrou em vigor em abril a Lei Federal 14.546/23, que prevê, entre outras medidas, que o poder público estimule o uso de água da chuva e reaproveitamento das águas cinzas em novas edificações urbanas residenciais e comerciais.

Influenciado pela “onda verde”, o setor da construção civil já começa a incorporar as cisternas de captação pluvial como item habitual nos novos empreendimentos. Além disso, ainda de forma incipiente, passa a adotar os sistemas de reuso de águas residuais. Em Curitiba (PR), a incorporadora AGL está construindo o segundo empreendimento com sistemas de tratamento e reuso de águas cinzas, que são aquelas usadas em pias e chuveiros.

O New Town, entregue em 2020, e o New Urban, em construção no Novo Mundo, são os únicos edifícios residenciais da capital com o sistema de tratamento, que pode reduzir o consumo de água potável em até 15%. Em Curitiba, o sistema de aproveitamento da água da chuva é obrigatório para novos empreendimentos desde 2007 (lei 10.785/03), para limpeza de calçadas e rega de jardins. Mas o sistema de reuso de águas residuais não. Para funcionar, é preciso instalar tubulação exclusiva para o lançamento da água usada nas pias, chuveiros, tanques e máquinas de lavar roupas e louças. As águas cinzas são enviadas para a estação de tratamento que deve ser instalada dentro do próprio condomínio, para desinfecção e reutilização na lavagem das áreas de uso coletivo e descargas dos vasos sanitários dos apartamentos.

Nos prédios com o sistema, é preciso orientar os moradores, já que o sistema é projetado para receber apenas águas provenientes de chuveiros e lavatórios. Portanto, nestas tubulações específicas, não se deve despejar esgoto sanitário ou gordura, resíduos de tintas, thinner, aguarrás, óleo, combustíveis em geral, como diesel, gasolina e etanol, além de corantes industriais.


Imagem:

Divulgação


Fonte:

Assessoria de Imprensa



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