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Rede de plantadores do programa Salvando Árvores em Extinção é ampliada no Litoral do PR

O programa Salvando Árvores em Extinção, parceria de cientistas, empresários do Litoral do Paraná e Ekôa Park, vai receber novos plantadores de espécies nativas da Mata Atlântica ameaçadas de extinção. Um novo lote de mudas e sementes será entregue no último domingo (26) de novembro.

Desde 2018 já foram coletadas e distribuídas quase 20 mil sementes e produzidas mais de duas mil mudas de 25 das 48 espécies alvo do programa, que são raras, endêmicas (que só existem na região) ou ameaçadas de extinção. O programa foi criado a partir da demanda da empresa Porto Morretes, fabricante de cachaças, que se deparou com a dificuldade de comprar barris de madeiras nativas da Mata Atlântica para o envelhecimento das cachaças de exportação da marca Novo Fogo. As castanheiras, amburana e araribá, ideais para o processo, estão ameaçadas de extinção. O programa foi desenvolvido em parceria com o Instituto Hórus de Conservação Ambiental, de Florianópolis (SC), e o parque de experiências ecológicas Ekôa Park, de Morretes. As mudas são produzidas no viveiro instalado no parque. Até o fim do ano que vem, devem ser produzidas mais quatro ou cinco mil mudas.

A Rede de Plantadores reúne atualmente 70 proprietários de terras estabelecidos no litoral do estado do Paraná, com interesse em enriquecer as áreas de floresta. Para registrar os locais exatos de plantio das mudas distribuídas, as respectivas espécies e as coordenadas geográficas, o Programa “Salvando Árvores da Extinção” também conta, desde 2022, com o auxílio direto de um aplicativo, gratuito e disponível para telefones celulares com sistema iOS e Android.


Imagem:

Divulgação


Fonte: Assessoria de Imprensa




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