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O Ministério da Saúde vai oferecer a terceira dose de reforço da vacina de covid-19 para toda a população brasileira acima de 18 anos. A aplicação será para quem tomou a segunda dose há mais de cinco meses. Com isso, todos os brasileiros adultos vão tomar três doses, inclusive quem recebeu o imunizante da Janssen.

A vacina da Janssen foi apresentada como de dose única, mas segundo o ministro da saúde Marcelo Queiroga, hoje se sabe que é necessário um reforço que será feito com uma segunda dose Janssen e cinco meses depois da segunda dose, um reforço com imunizante diferente. Segundo Queiroga, há doses suficientes para abastecer as 38 mil unidades básicas de saúde do País. Na coletiva de imprensa, a secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Melo, contou que pessoas na faixa entre 25 e 34 anos formam a maioria dos que ainda não compareceram para tomar a segunda dose. Hoje, no Brasil, há 21 milhões de pessoas que estão na hora de tomar a segunda dose da vacina e, assim, completarem seu esquema vacinal. A secretária reforçou que, para aumentar suas proteções contra a doença, a pessoa tem que tomar todas as doses recomendadas pelos laboratórios fabricantes e autorizadas pelas autoridades sanitárias. Além disso, os estudos têm mostrado que, a partir do quinto ou sexto mês, independentemente do imunizante utilizado, há uma necessidade de reforçar o sistema imunológico tomando uma dose de reforço.


Imagem:

Marcelo Camargo/Agência Brasil


Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-11/covid-19-ministerio-reduz-intervalo-de-reforco-e-amplia-publico


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As cidades de menor porte do Paraná atraíram pelo menos R$ 16 bilhões da iniciativa privada desde 2019, entre instalações e ampliações. Dentro deste pacote estão investimentos em localidades de porte médio (que receberam R$ 2 bilhões), pequeno (receberam R$ 13 bilhões) e micro (com R$ 256 milhões).

Os dados foram levantados pela Invest Paraná, que é o braço do Governo do estado responsável pela prospecção e atração de investimentos, e pelo Instituto Água e Terra (IAT) a partir das licenças emitidas. Segundo a Invest, o valor universal pode ser até maior porque muitos pequenos investimentos foram feitos sem participação direta da agência. O maior investimento de uma única empresa na história do Paraná, por exemplo, está em andamento em uma cidade classificada como de pequeno porte. São os R$ 9,4 bilhões da Klabin na ampliação da fábrica de Ortigueira com geração de 1,5 mil vagas diretas depois do início da operação. Pouco maior do que Ortigueira, Rolândia, na Região Norte, vai receber investimento de R$ 875 milhões da Seara, na abertura do que a empresa anuncia que será a maior fábrica de empanados do mundo. A previsão é de 2,6 mil vagas de empregos diretos. O investimento mais robusto em micro municípios vem da Grandfood em Porto Amazonas, nos Campos Gerais. A dona das marcas de ração animal Premier Pet e Golden destinou R$ 200 milhões para a construção da planta na cidade de 4,9 mil moradores. A estimativa é de abertura de 220 vagas diretas.


Imagem:

Jonathan Campos/AEN


Fonte:

https://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=116498&tit=Com-mais-de-R-15-bilhoes-de-investimentos-industrializacao-avanca-nos-pequenos-municipios


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O governo federal regulamentou ontem o Programa Brasil Fraterno Comida no Prato, que facilita doações de alimentos por empresas com a possibilidade de isenção do ICMS. O objetivo do programa é conectar empresas interessadas em doar alimentos e instituições habilitadas a receber a comida.

A portaria assinada tem o manual operativo de doações no âmbito do programa de segurança alimentar e nutricional e cria um selo de reconhecimento para as empresas que se conectarem ao serviço e fizerem doações. Para pedir a isenção, as empresas precisam preencher cadastro no portal. Como o ICMS é um imposto estadual, a medida precisou ser aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne os secretários estaduais de Fazenda e Economia. O Governo Federal explicou que a isenção do ICMS é a mesma que se aplicaria ao comércio e à indústria de alimentos nos casos de logística reversa. Normalmente, os produtos que estão perto do prazo de validade são substituídos nas prateleiras e destinados à incineração ou destruição em locais adequados, de acordo com a legislação ambiental. Essa operação logística é isenta de tributação. Com a regulamentação, podem ser doados tanto alimentos perecíveis, como frutas, legumes, verduras, hortaliças, panificados, carnes, lácteos e refeições prontas, como itens não perecíveis, como grãos, cereais e produtos embalados. O requisito é que sejam alimentos de qualidade e que estejam na data de validade. Segundo a Embrapa, das 140 milhões de toneladas de alimentos produzidas anualmente no país, cerca de 26 milhões são colocadas no lixo, um desperdício superior a 20%. Esse processo envolve desde questões de logística e manuseio inadequado até padrões rígidos de aparência de alimentos para comercialização e burocracias no processo de doação.


Imagem:

Dan Gold


Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2021-11/governo-regulamenta-programa-para-facilitar-doacao-de-alimentos


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