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A Secretaria de Estado da Saúde pretende ampliar a testagem para o novo coronavírus no Paraná usando o exame RT-PCR, que é mais confiável. A ideia é aumentar o rastreamento do vírus no entorno de cada pessoa contaminada para antecipar o tratamento e fazer o isolamento. Essa estratégia, junto com o isolamento social, são as mais eficientes, segundo a experiência de países que tiveram bons resultados no controle da pandemia.

O secretário de saúde Beto Preto apresentou os planos do Paraná em uma reunião com o Ministério da Saúde na última sexta-feira, mas não falou de datas ou metas para a testagem. Na reunião, o diretor de Análise em Saúde da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério, Eduardo Macário, disse que o Paraná tem a melhor rede laboratorial para a realização dos exames RT-PCR do país. O Estado tem dois laboratórios que realizam os testes para o SUS: o Laboratório Central do Paraná (Lacen) e o IBMP. Atualmente a capacidade diária é de aproximadamente seis mil resultados. Também há outros 28 laboratórios, públicos e privados, habilitados para realização dos exames. Até o dia 23 de agosto, haviam sido feitos 434.117 exames RT-PCR para o novo coronavírus no Paraná, sendo que Lacen e IBMP juntos foram responsáveis por 68% do total de testes.


Fonte: Secretaria de Estado da Saúde

Imagem: Freestock





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Uma professora da Universidade Federal do Paraná que leciona no campus de Palotina venceu o prêmio do “Programa Para Mulheres na Ciência 2020”.

O programa é promovido pela Unesco Brasil, Academia Brasileira de Ciências e L’Oréal Brasil. A professora Rita de Cássia dos Anjos é professora de Física no departamento de Engenharia e Exatas do Setor Palotina. Ela estuda a força que vem de estrelas que estão a 160 milhões de anos-luz da Terra e que são possíveis fontes de raios cósmicos de alta energia que podem ser usados em aceleradores de partículas. A professora Rita de Cássia se dedica ao estudo de raios cósmicos desde o doutorado, no Instituto de Física de São Carlos, da Universidade de São Paulo. Ela também participa de vários projetos que incentivam o interesse pela ciência, inclusive trabalhando com professores da rede pública de Palotina. O projeto de Rita de Cássia receberá uma bolsa-auxílio de pesquisa no valor de R$ 50 mil.


Fonte: ONU

Imagem: Patrick Fore





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O IBGE pesquisou o consumo de alimentos no Brasil e verificou que, em uma década, caiu o consumo de produtos frescos ou minimamente processados, como frutas e vegetais, e aumentou o consumo de alimentos processados e ultraprocessados, como pizzas, salgadinhos e adoçante.

A pesquisa foi feita entre 2017 e 2018. Foram realizadas entrevistas em 57,9 mil domicílios, sendo que 20,1 mil pessoas foram convidadas a registrar em um questionário todos os alimentos consumidos durante 24 horas. O prato do brasileiro está mudando: caiu a frequência de consumo de arroz, feijão, pão de sal, carne bovina e ovos e aumentou o consumo de aves, pizzas, salgadinhos, açaí e salada crua. Os alimentos com as maiores médias de consumo diário foram café (163,2 g/dia), feijão (142,2 g/dia), arroz (131,4 g/dia), sucos (124,5 g/dia) e refrigerantes (67,1 g/dia). Um dado preocupante é que 53,8% dos brasileiros ingerem sódio acima do limite recomendável. Arroz, feijão, pão francês, farinha de mandioca, milho e peixes frescos estão mais presentes na mesa das pessoas com renda mais baixa. Já a maioria das frutas e produtos industrializados são consumidos pelas pessoas de renda maior. Uma curiosidade que apareceu nas entrevistas feitas pelo IBGE é que aumentou o número de pessoas que não adoçam o café.


Fonte: IBGE

Imagem: Peter Wendt





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